UNO TURBO

Mesmo depois de 10 anos, o Fiat Uno ainda reservava uma bela surpresa em 1994: uma inédita versão turbocomprimida. O Uno Turbo i.e. foi o primeiro nacional sobrealimentado de série. Se o Uno 1.6R já dava trabalho para os outros esportivos nacionais, o Turbo selou a discussão. O motor 1.372 cm³ ganhou turbocompressor Garrett T2 com 0,8 bar de pressão. Com isso, chegou aos 118 cv de potência a 5.750 rotações e 17,5 kgfm de torque a 3.500 giros. Era nesse patamar de rotações intermediário que a pressão soprava mais forte e ajudava a levar o hatch de 975 kg aos 100 km/h em 9,2 segundos e chegar aos 195 km/h. Tamanho reforço de cavalaria exigiu mudanças pesadas. As rodas aro 14 vestidas em pneus 185/60 abrigavam os mesmos freios do maior Tempra. A suspensão 1 centímetro mais baixa tinha amortecedores mais firmes e estabilizador dianteiro. Por fora, nem precisava do assovio da turbina para entregar a versão. O Uno Turbo i.e. era tudo, menos discreto. Para começar, adotava para-choque frontal agressivo, com faróis de neblina integrados e grandes entradas de ar. Saia lateral e para-choque traseiro sob medida combinavam com o spoiler integrado. Adesivos completavam o pacote que ainda podia receber cores incomuns, como vermelho, verde ou amarelo. Por dentro, não era despojado como os apimentados modelos da Copa Uno. Os bancos eram envolventes, o volante de três raios era novo e o painel incluia entre seus instrumentos os indispensáveis termômetro e manômetro de óleo e de turbo. Faziam falta o ar-condicionado (algo resolvido no ano seguinte) e os freios ABS (que nunca foram oferecidos no Uno). O foguetinho de Betim foi produzido até 1996, mas ainda pode ser encontrado facilmente no mercado de usados.

Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Classicos/noticia/2013/04/classico-do-dia-fiat-uno-turbo-ie.html

TEMPRA STILE

Em 1995, a FIAT lançou o Tempra Stile Turbo para preencher uma lacuna na linha, a de um sedã 4 portas discreto e com o motor do Turbo. O Tempra Stile Turbo com o tempo substituiu o Tempra Turbo 2 portas, com a proposta esportiva suavizada à favor do conforto.

Em 1996 a linha recebeu um face lift, com faróis menores à frente com duplo refletor, lanterna traseira com pisca e luz de marcha-à-ré em forma de gota. No segundo semestre deste mesmo ano foi renomeado as categorias, aposentando (Stile, Ouro/16V e IE/8V) e surgindo o Fiat Tempra (Turbo Stile, HLX, SX). Em 1997, a linha foi rearranjada, com a versão com motor 2.0 8V saindo apenas na versão SX, mais simples, a versão com motor 16V saía tanto na versão mais simples SX, como na versão mais completa HLX, isso sem falar na versão top de linha, a Turbo Stile.

Após estas versões o fim da produção do Tempra se aproximava em 1998, vieram então os modelos 1999, as versões apenas chamadas 16v e 8v,e uma versão pouco vendida, o Tempra City. Foram modificados os para-choques, que agora vinham integralmente na cor do veículo, além de mudanças na grade dianteira incorporada ao para-choques dianteiro, e nas maçanetas das portas. O acabamento interno tinha os forros das portas da linha Tipo e novo tecido nos bancos, os mostradores do painel vinham em tom azul. A linha agora era rearranjada e a versão Turbo Stile/HLX deixou de ser oferecida, havendo apenas a opção entre o motor 8V e 16V. Em todos os anos de fabricação no Brasil, nunca foi oferecida transmissão automática para o Tempra.

Alguns meses depois a Fiat iniciou as vendas do sucessor do Tempra, o Fiat Marea, no dia 30 de outubro de 1998 foi o último dia de produção do Tempra no Brasil, deixando muitos de seus fãs com saudades. Portanto todos os Tempras 1999 têm ano de fabricação 1998 e apenas o ano/modelo é 1999.

Com o anúncio do fim de produção do Fiat Tempra no Brasil, houve um aumento momentâneo na demanda de compra, gerando um ágio de 15% sobre o valor de tabela. 

Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Fiat_Tempra#Tempra_HLX.2FSTILE_Turbo

UNO 1.5R

A versão R foi lançada em 1987, três anos após a estreia do Uno no País. Faixas laterais, cintos de segurança vermelhos e a tampa traseira pintada de preto compõem o visual invocado. Seu motor de 1,5 litro gera 86 cv – os da S e CS tinham 52 e 58 cv, respectivamente.

Em 1990 o hatch ganhou propulsor 1.6 de 88 cv e – em 1993 a potência passou a 92 cv. No ano seguinte a opção R deu lugar à Turbo, cujo 1.4 gerava 118 cv, que saiu de cena em 1996. 

A partir de 1996, o Mille ganhou pequenas renovações estéticas, como no interior, que abandonou os comandos satélites por volta de 1995, ano em que ganhou a versão 1.6 MPi, a Trekking (versão disponível na Fiorino Pickup), Mille EP 1.0 com injeção eletrônica e a versão i.e. (que substituiu a versão Eletronic). Em 1996, a Elba e o Uno Turbo foram descontinuados, além do Uno 1.5. Versões como SX e Young foram lançadas em 1997. Em 1999, a Fiorino Pickup sai de linha, após ter seu lugar roubado pela Strada recém-lançada. Já nos anos 2000, o modelo ganhou a versão básica Smart, que custava em torno de R$ 11.000 na época. No ano seguinte, o modelo ganha o motor Fire 1.0 de 55 cv, substituindo o motor Fiasa.

Fonte: http://www.novidadesautomotivas.blog.br/2010/05/fiat-uno-historia-de-um-dos-modelos.html