ESCORT XR3

O Ford Escort foi um carro produzido pela Ford do Brasil a partir de 1983, inicialmente com um formato mais retilíneo. Baseado na III geração do Escort Europeu (Mk3), foi lançado para substituir o Corcel, mais específicamente o Ford Corcel II, a 2ª geração do carro, representando o segmento de carros médios da Ford no Brasil.

O esportivo XR3 (Experimental Research 3), que trazia visual diferenciado com rodas de liga leve exclusivas aro 14″, aerofólio traseiro, faróis de milha e de neblina, teto-solar, lavadores dos faróis, bancos esportivos e volante menor.

O XR3 usava motor 1.6 mais bravo (83 cv e 12,8 kgfm de torque máximo) associado ao câmbio manual de cinco marchas. Com apenas 936 kg, o Escort acelerava de 0 a 100 km/h em 13,4 segundos e tinha máxima de 163 km/h. Números que não surpreendiam, mas eram razoáveis para a época.

Em 1985, era lançado o Escort XR3 conversível, primeiro nacional com esta configuração desde o Karmann Ghia – não por acaso, ele era feito em parceria com a própria Karmann. Ele foi o único conversível até 1991, quando chegou o Kadett GSi sem teto. Tudo somado, o XR3 se tornou rapidamente referência no segmento e sonho de consumo, principalmente entre os mais jovens.

A versão esportiva, assim como as demais, ficou mais bem mais agradável com a reestilização de 1986, ganhando para-choques de plástico envolvente com a grade integrada, novas rodas, faróis e lanternas maiores, além de um novo aerofólio. Os faróis de neblina, no entanto, foram abandonados. No interior, havia novo painel de instrumentos, travas das portas nas maçanetas e buzina no volante.

Fonte: http://carplace.uol.com.br/carros-para-sempre-ford-escort-xr3-era-o-sonho-de-consumo-esportivo-dos-anos-80/

CORCEL GT

O Corcel foi um automóvel médio produzido pela Ford no Brasil, de 1968 a 1986. Foi eleito pela revista Autoesporte o Carro do Ano em 1969, 1973 e 1979.

Em 1969 a Ford percebeu a oportunidade de ampliar a família e se aproximar do público que sonhava com mais esportividade. O primeiro Corcel GT sim, era mais aparência do que esportividade (teto revestido em vinil e uma faixa no centro do capô e uma na lateral) o motor era o quatro cilindros 1.3 com carburador Solex de corpo duplo; novos coletores de admissão e escape elevavam só a potência do motor de 68 para 80 cv, um aumento de 12 cv para aumentar o ânimo do modelo, a aceleração e a velocidade máxima aumentaram um pouco, 0 a 100 km/h era feito em 18 segundos, com 138,53 km/h, em testes de época nas mãos do piloto Emerson Fittipaldi em Interlagos este mesmo Corcel atingiu velocidades superiores a 142 km/h, isso dependia da perícia do piloto e do acerto do motor (carburador bem regulado com uma mistura mais rica, e uma boa regulagem das válvulas) isso já era o bastante para fazer o Corcel ter um bom desempenho. O motor mais potente só viria no final de 1971, um 1.4 e 85 cv, dando um melhor desempenho.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ford_Corcel

F 1000

O início da produção da caminhonete F-1000 com motor 3.9 diesel MWM com 86.4 cv foi em 1979, na verdade era uma continuação da Ford F-100, pois utilizava o mesmo chassi e a mesma carroceria, com algumas poucas mudanças. Em 1991 foi fabricado versão F-1000 SS (Super Série ) e versão F-1000A com motor 3.6 álcool de 6 cilindros (115 cv). A reestilização frontal com quatro faróis retangulares veio em 1986. Em 1988 o eixo traseiro foi redimensionado e as lanternas traseiras iguais à da Pampa. O motor 3.6 passa a ter a versão a gasolina e opção de câmbio de cinco marchas para o motor a diesel a partir de 1989.

Em 1990 a F-1000 foi a primeira caminhonete diesel com turbocompressor com 119 cv. Em 1991 começou a ter o tanque de combustível em plástico polietileno, com capacidade para 114 litros.

A reestilização e motor turbodiesel um pouco mais potente, com 122,4 cv, veio no início de 1992. Tração 4x4 e a cabine estendida (Supercab), com 56 centímetros adicionais e um banco traseiro para tres pessoas foram as mudanças em 1994. Motor 4.9i de seis-cilindros em linha com injeção eletrônica com 148 cv em 1998.

Em 1996 as mudanças foram retoque na aparência, linhas mais arredondadas e suaves, grade mais ampla, faróis com as luzes de direção embaixo, nos modelos XL e XLT equipada com o motor 2.5 HSD da Maxion, turbinada e intercoolada. A Série especial Lightning com o motor de 4.9 litros a gasolina em 1998, e também o modelo mais o motor diesel mais forte que já a equipou, o motor MWM X10 4.10 com 133cv. No mesmo ano sua produção foi encerrada, sendo sucedida pela F-250, caminhonete de maior porte, cuja produção teve início no ano seguinte.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ford_F-1000