GOL GTI

O Volkswagen Gol GTi foi um carro que marcou história no Brasil por ter sido o primeiro veículo equipado com injeção eletrônica de série. Além disso, à época do seu lançamento, em 1988, tinha um desempenho fabuloso graças ao motor AP 2.0 em um carro leve como o Gol.

 

O 0-100 km/h do carro era impressionante: o GTi completava isso em nada mais que 9,5 segundos! Isso era (e ainda é) ótimo, pois na época estávamos no início dos anos 90! A velocidade máxima era de 185 km/h.
No primeiro ano de vendas, o carro era exclusivo a 2 mil unidades, sem contar que o carro vinha apenas na cor Azul Mônaco [foto]. 

GOL GTS

Apresentado em 1987, o Gol GTS acompanhou a reestilização da família: frente 5 cm mais baixa, para-choques envolventes e lanternas traseiras maiores. Os faróis mais largos eram os mesmos utilizados no Voyage e Parati. Por fora, uma decoração exclusiva incluía refletores auxiliares (de neblina e longo alcance), molduras laterais, novas rodas (apelidadas de “pingo d’água”) e aerofólio.

 

Feroz, a nova versão manteve o status de automóvel mais rápido do Brasil: ia de 0 a 100 km/h em 10,8 s – era o único esportivo a completar a prova em menos de 11 s. O ronco do escapamento (pouco abaixo do limite permitido), os freios eficientes, a direção rápida e o câmbio de engates curtos eram alguns de seus traços merecedores de elogios.

 

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/materia/vw-gol-gts

PASSAT POINTER

Em meados de 1984, a VW lançou algumas verções do Passat, passando a se chamar Special, LS Village, LSE Paddock e GTS Pointer. No meio do ano, o Passat GTS Pointer recebia, enfim, o motor 1.8, se tornando, assim como foi o TS, um dos mais cobiçados esportivos nacionais.

 

Novas mudanças em 1985: o Passat ganhava pára-choques envolventes e novas lanternas, ficando com uma aparência mais moderna. Por dentro, um novo painel. O câmbio passou a ter 5 marchas. As versões de 3 portas e LSE Paddock foram extintas. Em 1986, os motores 1.6 MD-270 foram substituídos pelo AP-600 e o AP-800 deu lugar ao AP-800S.

 

GOL GT

Lançado em 1984, o esportivo estava na medida para concorrer com o mais sedado Ford Escort XR3. Se o rival levava em requinte e porte, o Volkswagen investiu forte no mais apetitoso 1.8 8V refrigerado a água. Equipado com o comando de válvulas mais brabo do Golf GTi europeu, o motor rendia bons 99 cv de potência e 14,9 kgfm de torque. Graças ao peso relativamente baixo de 930 kg, o GT arrancava até os 100 km/h em 9,7 segundos e encostava nos 180 km/h, faixa na qual se esgoelava em razão do gosto por altos giros e do câmbio de quatro marchas.

Os números oficiais poderiam parecer ditados pelo otimismo da Polyanna, mas desconfiava-se, na verdade, que a Volks subestimasse os números de rendimento para se enquadrar numa faixa amigável do IPI, que vitimava carros com mais de 100 cv de potência. Para acompanhar o fôlego recém-adquirido, o Gol GT passou por um ajuste fino que inclui molas novas, amortecedores de carga maior (mais firmes), barra estabilizadora de maior diâmetro e freios dianteiros com pinças mais robustas, o que se somava ao jogo de pneus 185/60 aro 14 em rodas de liga. Tão importante quanto o desempenho dinâmico era o visual.

 

 

 

Não era apenas uma questão de passar rápido pelos lugares, os donos dos raros esportivos nacionais queriam abafar. Nisso o GT não decepcionava também. Além de faixas pretas pela carroceria, o modelo se destacava pelos faróis ladeados por piscas (ao estilo do Voyage), enquanto o escapamento duplo gritava alto. A ambientação interna era exclusiva: bancos envolventes da Recaro incluíam apoio retrátil para as coxas, enquanto a instrumentação investia no grafismo avermelhado e, de quebra, trazia o indispensável conta-giros. O volante de pequeno diâmetro ajudava no espírito esportivo. No final, foi o rei da linha Volkswagen. O Gol GT saiu de linha em 1987.

 

Fonte:http://revistaautoesporte.globo.com/Classicos/noticia/2013/05/classico-do-dia-volkswagen-gol-gt.html

VOYAGE SPORT

Lançado em 1993 o Voyage Sport 1.8s veio a ser um grande sucesso de vendas daquele ano. Produzido apenas em 1993 e 1994 o esportivo deixou saudades, pela sua desenvoltura, tanto na cidade como nas estradas. Rápido, feroz e ao mesmo tempo confortável, chegou ao mercado agradando ao público fiel a marca e a garotada que gostava de esportividade.

A princípio produzido inicialmente apenas nas cores “Preto Universal” e “Prata Lunar” e algum tempo depois na tonalidade cinza, o Valente Voyage vinha com diversos acessórios modernos e um forte apelo esportivo.

Os Bancos Recaro, eram o ponto alto do modelo, em estampa xadrez e encosto de cabeça vazado, dava um charme todo especial, volante e manopla do Gol GTI, vidros verdes e elétricos, travas elétricas, espelhos retrovisores elétricos, Para-brisas dianteiro em degradê , desembaçador traseiro e o Brake-Light completavam o interior dessa pérola da Volks.

 

Ar-Condicionado, toca-fitas e porta-fitas no console eram opcionais e no 2º ano passou a a ter direção hidráulica como opcional também, dando fim a uma das poucas reclamações do modelo, devido aos seus pneus aro 14 185/60.
Na parte externa, o ponto alto ficava com as rodas de alumínio aro 14” estilo BBS, a mesma que equipava o Santana Executivo e o Gol GTI, além dos para choques pintados na cor do carro, grade cinza e símbolo da Volks cromado, faróis de neblina embutidos no para choques, lanternas traseiras fumês e nos borrachões laterais o logotipo do modelo.

 

Fonte: http://www.autoserra.com.br/Artigo.asp Id_Artigo=365&Id_Assunto=22

SAVEIRO SUMMER

A picape compacta era basicamente voltada ao trabalho e chegou às concessionárias da marca nas versões S e LS, com motor 1.6 l refrigerado a ar, o mesmo que equipava o Gol à época. Uma unidade de força refrigerada a água, assim como a de seus concorrentes, só foi adotada em setembro de 1984, quando o modelo passou a vir também com central elétrica.

 

O motor mais potente, o renomado AP 1.8 l, só equipou a Saveiro em 1989. Ao longo dos anos, a Volks começou a propor a utilização de seu comercial leve para atividades de final de semana. A versão Sunset, em 1993, foi a primeira a mudar a visão única de "carro de trabalho" que o modelo tinha até então. Trazia o motor AP 1.8 com opção a álcool ou gasolina. Depois dela veio a Summer 1.8, em 1995, com rodas de liga-leve herdadas do Gol GTI, toca-fitas e capota marítima.

 

Fonte: http://economia.terra.com.br/carros-motos/volkswagen-saveiro-completa-30-anos-veja-versoes-historicas,45ed6037a18da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

PARATI GTI 16V

No início da década de 80, com a construção da nova fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté (SP), a Volkswagen do Brasil deu início a produção da chamada Família BX, da qual nasceram os VW Gol, Voyage, Parati e Saveiro. A VW Parati (Station-Wagon) da família BX (com motor MD 1.5 - quatro cilindros em linha arrefecidos a agua). O início da produção da Parati ao mesmo tempo marcou o fim da produção da VW Brasília (1982) que era um sucesso absoluto de vendas tendo saído de linha no início desse ano com mais de 1 milhão de unidades produzidas.

 

Em meados dos anos 90 começava a produção da Parati GTI 2000 16V (Gran Turismo Injection = GTI) com injeção eletrônica multiponto. Uma característica curiosa do veículo (tal qual como o Gol) era o "calombo" no capô necessário para a acomodação do propulsor com as 16V. A versão de elevado valor, não teve bons números de vendas. Finalmente a Volkswagen começou a produzir a VW Parati na versão 4 portas, considera uma antiga reivindicação de seus consumidores, que, possivelmente, não havia sido ainda atendida por problemas estruturais na carroceria. Além da versão com motor 1.0 de 16V, Gol e Parati passam a ter como opcionais bolsas infláveis(airbags). Neste ano chamou a atenção no Salão de São Paulo a apresentação do conceito EDP II (sigla para Engenharia Desenvolvimento de Produtos e o "II" era uma referência ao EDP 200 de 1996), uma Parati estiliza com faróis de perfil baixo, com a reestilização da Geração III, linha 2000, como grade, capô e maçanetas.